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Publicado em 14/09/2026

Coopermota participa de curso sobre sucessão em propriedades rurais

  • APRIMORAMENTO

Capacitação promovida pelo Sescoop/SP e FIA Business School abordou planejamento, governança e preparação das novas gerações

Entre os meses de maio e setembro, a Coopermota participou do curso de Sucessão Cooperativista em Propriedades Rurais, realizado pelo Sescoop/SP e FIA Business School. A capacitação ressaltou que a sucessão no campo começa muito antes da passagem de comando entre os familiares. Exige planejamento, diálogo e preparação das novas gerações para garantir a continuidade dos negócios rurais.

As aulas ocorreram semanalmente de forma remota, sendo encerrado nos dias 2 e 3 de setembro, em São Paulo, durante o Family Day. Entre os representantes da Coopermota estiveram Damares Zardetto de Lima, coordenadora do setor de Desenvolvimento do Cooperativismo e Sustentabilidade, além do cooperado, Sebastião Lúcio Borges, como sucedido, e Caio Sebastião Borges, como sucessor.

Ao longo da capacitação, os participantes refletiram sobre os desafios da sucessão e a importância de transformar um processo que muitas vezes acontece de forma natural em um planejamento estruturado. Entre os principais aprendizados, ficou a compreensão de que “sucessão não é um evento, é um processo”. Para isso, as famílias precisam organizar não apenas o patrimônio, mas também a governança, a comunicação e os processos de decisão.

 

Reflexão para o cooperativismo

O curso também abordou o papel das cooperativas para a contribuição em relação ao processo sucessório, de forma que este ocorra de maneira planejada, antes de se tornar um problema. As reflexões do curso estiveram ligadas à preocupação quanto ao preparo das futuras gerações para a continuidade das propriedades e, consequentemente, à relação das famílias com a cooperativa.

Para a Coopermota, fortalecer esse processo significa olhar para o futuro a partir de uma sequência fundamental: cooperado, família, próxima geração e cooperativa. A participação no programa amplia esse olhar e reforça a importância de preparar hoje os sucessores que estarão à frente das propriedades e do cooperativismo amanhã.


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