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Publicado em 08/07/2026

Espaço Mulher amplia experiências no CampoCooper em Santa Cruz do Rio Pardo

  • CAMPOCOOPER

O agronegócio também é feito de conhecimento, diversificação e novas possibilidades. Partindo dessa proposta, o Espaço Mulher do CampoCooper de Santa Cruz do Rio Pardo trouxe, nesta edição, uma atividade que aproximou o cultivo de plantas, o paisagismo e o empreendedorismo: um curso presencial de kokedama, ministrado pela paisagista e especialista Regiane Nickel.
A técnica utiliza plantas e um conjunto de materiais para criar uma forma diferenciada de cultivo e ornamentação. Durante a atividade, as participantes acompanharam o processo de produção e puderam colocar em prática os conhecimentos apresentados pela especialista.
A iniciativa teve grande aceitação e movimentou o Espaço Mulher ao longo do CampoCooper. Para Ana Carolina Cardin, assistente administrativa comercial, da Unidade Coopermota de Santa Cruz do Rio Pardo e responsável pela organização do espaço, a proposta buscou oferecer conhecimento de forma prática e acessível.“Queríamos uma atividade em que as participantes realmente colocassem a mão na massa e levassem um novo conhecimento para casa. A aceitação foi muito positiva e percebemos o interesse das mulheres em cada etapa da atividade”, destacou Ana Carolina.
Além do contato com o cultivo e o paisagismo, a produção de kokedamas também apresentou às participantes uma possibilidade de diversificação e geração de renda. A partir do conhecimento adquirido, a técnica pode ser aprimorada e transformada em uma atividade empreendedora.
A proposta também dialoga com um dos princípios do cooperativismo: a educação, formação e informação. Ao criar ambientes de troca de conhecimento, o CampoCooper amplia sua atuação para além da apresentação de tecnologias e soluções voltadas diretamente à produção agrícola, valorizando também iniciativas capazes de gerar desenvolvimento e novas oportunidades.
Segundo o gestor da Unidade Coopermota de Santa Cruz do Rio Pardo, Pedro Papim, o Espaço Mulher vem sendo construído a partir da busca por experiências que façam sentido para o público do evento. “Em 2025, o Espaço Mulher teve uma formatação mais voltada à gastronomia, inclusive trabalhando com as linhas de carnes Candu, da Coopermota. Neste ano, pensamos em uma proposta diferente, mas que continuasse conectada ao propósito do CampoCooper. A kokedama parte do cultivo, do contato com as plantas e pode, inclusive, despertar uma oportunidade de geração de renda”, afirmou.
Para Papim, diversificar as experiências também faz parte do papel da cooperativa de aproximar pessoas e compartilhar conhecimento. “O cooperativismo nasce da união e da troca de experiências. Quando proporcionamos um espaço de aprendizado e mostramos que um novo conhecimento pode abrir possibilidades, também estamos contribuindo para o desenvolvimento das pessoas e da comunidade”, completou.
A participação do público e a aceitação da atividade reforçaram a proposta do Espaço Mulher dentro do CampoCooper: criar experiências que aproximem conhecimento, cultivo e cooperação, mostrando que novas oportunidades também podem nascer a partir de uma planta, de uma técnica e da disposição para aprender.


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